• Nasci em 1922, ano da semana de arte moderna

    Fabiano Moraes

    Editora do Brasil

    Ah, se as paredes pudessem falar.... Bom, nesse livro, não são as paredes que têm muito o que contar, mas sim os objetos de um museu. E a narradora desta história? Manuela, a máquina de escrever de ninguém menos do que o grande Mário de Andrade. Ela esteve presente no começo da Semana de Arte Moderna, escreveu com Mário e para Mário e agora ela está aqui quebrando o silêncio para nos contar como tudo ocorreu. Uma narrativa criativa e instigante, que resgata um momento essencial da cultura brasileira, especialmente feita para os jovens leitores descobrirem ainda mais coisas sobre esse acontecimento artístico que mudou o Brasil.
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    Páginas 112
    Peso do arquivo 9.40MB
    Ano da publicação 2021
    Tradutor(a)

    Sinopse

    Ah, se as paredes pudessem falar.... Bom, nesse livro, não são as paredes que têm muito o que contar, mas sim os objetos de um museu. E a narradora desta história? Manuela, a máquina de escrever de ninguém menos do que o grande Mário de Andrade. Ela esteve presente no começo da Semana de Arte Moderna, escreveu com Mário e para Mário e agora ela está aqui quebrando o silêncio para nos contar como tudo ocorreu. Uma narrativa criativa e instigante, que resgata um momento essencial da cultura brasileira, especialmente feita para os jovens leitores descobrirem ainda mais coisas sobre esse acontecimento artístico que mudou o Brasil.

    Ficha técnica

    • Autor(a) Fabiano Moraes
    • Tradutor(a)
    • Gênero Fantasia e distopia
    • Editora Editora do Brasil
    • Páginas 112
    • Ano 2021
    • Edição
    • Idioma Português
    • ISBN 9786558177173
    • Peso do arquivo 9.40MB