• O Bumba Meu Boi circulando nas redes sociais

    Antônio Jorlan Soares de Abreu

    Editora Dialética

    O Bumba Meu Boi faz parte da cultura, da teatralidade e da religiosidade que envolve o povo brasileiro, de maneira especial é a identidade do negro, do indígena e do pardo, é uma consagração de hibridismo que circula os terreiros da capital maranhense e cidades da baixada. O folguedo sortido de cores, sotaques e bailados é a imagem do São João do Maranhão. Festa ludomaranhense que homenageia São Marçal, santo não reconhecido pela Igreja Católica, e cercado de sincretismo, comungando tanto com o catolicismo quanto com a religião afro-maranhense. Essa festa de cores, tambores e sotaques saiu da categoria de movimento marginalizado para configurar enquanto ícone do estado do Maranhão, foi inserida no terreiro das mass media e agora reverbera no campo midiatizado das redes sociais, circulando e fazendo circular suas toadas, seus ritos, que se inicia com o batismo, passando pelas incontáveis apresentações, confluindo com o ritual de morte do boi, que é mediado e midiatizado pelos processos sociais. O que poderia ser considerado como fim permanece vivo e latente através das redes sociais com a exposição das novas toadas, ensaio dos integrantes, confecção das indumentárias, maquiagem, ensaios fotográficos, seletiva, a exposição em circulação para o alcance de curtidas, comentários, compartilhamentos e mais seguidores virtuais. A essência da cultura brincante prevalece, e agora mais ainda através do urro do Boi nas redes sociais.
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    Páginas 108
    Peso do arquivo 6.77MB
    Ano da publicação 2022
    Tradutor(a)

    Sinopse

    O Bumba Meu Boi faz parte da cultura, da teatralidade e da religiosidade que envolve o povo brasileiro, de maneira especial é a identidade do negro, do indígena e do pardo, é uma consagração de hibridismo que circula os terreiros da capital maranhense e cidades da baixada. O folguedo sortido de cores, sotaques e bailados é a imagem do São João do Maranhão. Festa ludomaranhense que homenageia São Marçal, santo não reconhecido pela Igreja Católica, e cercado de sincretismo, comungando tanto com o catolicismo quanto com a religião afro-maranhense. Essa festa de cores, tambores e sotaques saiu da categoria de movimento marginalizado para configurar enquanto ícone do estado do Maranhão, foi inserida no terreiro das mass media e agora reverbera no campo midiatizado das redes sociais, circulando e fazendo circular suas toadas, seus ritos, que se inicia com o batismo, passando pelas incontáveis apresentações, confluindo com o ritual de morte do boi, que é mediado e midiatizado pelos processos sociais. O que poderia ser considerado como fim permanece vivo e latente através das redes sociais com a exposição das novas toadas, ensaio dos integrantes, confecção das indumentárias, maquiagem, ensaios fotográficos, seletiva, a exposição em circulação para o alcance de curtidas, comentários, compartilhamentos e mais seguidores virtuais. A essência da cultura brincante prevalece, e agora mais ainda através do urro do Boi nas redes sociais.

    Ficha técnica

    • Autor(a) Antônio Jorlan Soares de Abreu
    • Tradutor(a)
    • Gênero Antropologia
    • Editora Editora Dialética
    • Páginas 108
    • Ano 2022
    • Edição
    • Idioma Português
    • ISBN 9786525232928
    • Peso do arquivo 6.77MB