• Se não virar amor, faço poesia

    Gabriel Faria

    Viseu

    Dentro de mim, a poesia vive. Há 2 anos, o meu coração ganhou uma companhia irreal, abstrata, insistente, que não nos abandona em nenhum dia. Chegou sem ser convidada, entrou sem bater na porta, e sentou para tomar um café (gelado); como um presente que não tem como recusar, que mesmo sem gostar você acaba se apaixonando apenas pela ideia dele ser um presente, um presente do destino – depois de amores perdidos, de corações partidos. Escrevo poesia em seu modo mais íntimo e fiel, como um órgão pulsante que precisa do amor para sobreviver. Escrevo poesia para alguém que entra em casa sem bater na porta, que bagunça todos os móveis e às vezes até fica para o próximo dia – peço para que você também fique, não repare na bagunça, tenho uma eternidade para te mostrar. Convido, assim, os poetas e os amantes para uma viagem à canoa pelo mar deste livro. No começo se dialoga sobre o amor – e suas causas e consequências; vivendo intensamente todo o brega que envolve o amar, faremos uma breve visita na dor e saudade em uma ilha longa e passageira, embriagando-se a cada gole dessa dolorosa e importante parte; e trataremos sobre o fim fazendo poesia sobre o recomeço, e o recomeço fazendo poesia sobre o fim, juntando os cacos antigos com os novos. Escrevo poesia, porque em 2018 um anjo desses que habitam na saudade, murmurou: se não virar amor, faça poesia. Gabriel Faria @embriagadosdepoesia
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    Páginas 116
    Peso do arquivo 0.31MB
    Ano da publicação 2021
    Tradutor(a)

    Sinopse

    Dentro de mim, a poesia vive. Há 2 anos, o meu coração ganhou uma companhia irreal, abstrata, insistente, que não nos abandona em nenhum dia. Chegou sem ser convidada, entrou sem bater na porta, e sentou para tomar um café (gelado); como um presente que não tem como recusar, que mesmo sem gostar você acaba se apaixonando apenas pela ideia dele ser um presente, um presente do destino – depois de amores perdidos, de corações partidos. Escrevo poesia em seu modo mais íntimo e fiel, como um órgão pulsante que precisa do amor para sobreviver. Escrevo poesia para alguém que entra em casa sem bater na porta, que bagunça todos os móveis e às vezes até fica para o próximo dia – peço para que você também fique, não repare na bagunça, tenho uma eternidade para te mostrar. Convido, assim, os poetas e os amantes para uma viagem à canoa pelo mar deste livro. No começo se dialoga sobre o amor – e suas causas e consequências; vivendo intensamente todo o brega que envolve o amar, faremos uma breve visita na dor e saudade em uma ilha longa e passageira, embriagando-se a cada gole dessa dolorosa e importante parte; e trataremos sobre o fim fazendo poesia sobre o recomeço, e o recomeço fazendo poesia sobre o fim, juntando os cacos antigos com os novos. Escrevo poesia, porque em 2018 um anjo desses que habitam na saudade, murmurou: se não virar amor, faça poesia. Gabriel Faria @embriagadosdepoesia
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    Ficha técnica

    • Autor(a) Gabriel Faria
    • Tradutor(a)
    • Gênero Poesia
    • Editora Viseu
    • Páginas 116
    • Ano 2021
    • Edição
    • Idioma Português
    • ISBN 9786559858361
    • Peso do arquivo 0.31MB